Dentista encontrada carbonizada em quarto foi morta com requintes de crueldade, diz delegado

Bruna Angleri foi encontrada em cima da cama, único móvel queimado no cômodo. Caso foi registrado como homicídio.

A Polícia Civil investiga a morte brutal da dentista Bruna Angleri, de 42 anos, ocorrida nesta quarta-feira (27), em Araras (SP). De acordo com o delegado Tabajara Zuliani dos Santos, responsável pelo caso, o crime teve requintes de crueldade.

Ela foi encontrada deitada sobre a cama, único móvel que estava queimado no cômodo. As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros. Bruna Angleri foi encontrada carbonizada no quarto da residência onde ela morava no condomínio Portal das Laranjeiras, por volta das 10h.

Não havia outras pessoas no imóvel e não foram encontrados a bolsa e o celular da vítima. Segundo a polícia, ela possuía uma medida protetiva contra o ex-namorado. Antes de namorar, Bruna tinha sido casada e deste matrimônio tinha um filho de seis anos.

A perícia criminal esteve no local para investigar as causas do incêndio. O corpo foi levado para Instituto Médico Legal (IML) de Limeira (SP). O caso foi registrado como homicídio.

Ex é suspeito e foi interrogado

Segundo o delegado de Araras, Tabajara Zuliani dos Santos, Bruna foi violentamente agredida no rosto e, provavelmente, com ela já morta, foi ateado fogo na cama.

A polícia interrogou um ex-namorado da vítima, que é considerado suspeito. “Um crime muito violento, atípico para uma cidade do tamanho de Araras e estamos lidando com inúmeras possibilidades”, afirmou o delegado.

Como principal suspeito do crime, o cantor João Vittor se apresentou com seu advogado na delegacia, onde foi ouvido e liberado. Nossa reportagem falou com exclusividade com o Dr. Wagner Moraes, ele nos disse que o cantor se colocou à disposição para ajudar nas investigações e não se matou conforme publicações em grupos de whatsapp.

Ele prestou depoimento, colaborou com tudo, deixou celular, deu detalhes e nomes das pessoas com quem estava e onde estava, foi liberado e está a disposição para outros esclarecimentos e colaboração na investigação criminal. Outra coisa, ele está aqui comigo e não se matou conforme postagens feitas em grupos de whatsapp”, disse Wagner.

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