Ex-jogadores Bomba e Casquinha são homenageados pelo ‘Futebol de Sábado’ em Araras, SP

A ideia das homenagens nasceu naturalmente, quando o grupo decidiu valorizar as histórias de Silvio Garlizoni e Zezinho Finotti. No segundo evento foram lembrados Luiz Benedito Henrique, o conhecido Lote; e Jair Pessoto, que não é jogador, mas que sempre acompanha as atividades do grupo.

Num misto de emoção e muitas memórias, os ex-jogadores Bomba e Casquinha foram os homenageados da 3ª edição do Mesa Quadrada – Futebol Debate, que o tradicional grupo ‘Futebol de Sábado’ promoveu no último final de semana, reunindo atletas do grupo e amigos dos dois ex-jogadores.

A ideia das homenagens nasceu naturalmente, quando o grupo decidiu valorizar as histórias de Silvio Garlizoni e Zezinho Finotti. No segundo evento foram lembrados Luiz Benedito Henrique, o conhecido Lote; e Jair Pessoto, que não é jogador, mas que sempre acompanha as atividades do grupo.

Como nos eventos anteriores, antes de receber as homenagens, Bomba e Casquinha foram sabatinados por convidados da ‘Mesa Quadrada – Futebol Debate’. Responderam sobre suas carreiras, as jogadas e gols inesquecíveis e, claro, as resenhas que acontecem foram das quatro linhas.

Casquinha – O apelido é mais conhecido que o nome de registro: João Inácio de Oliveira. Casquinha está com 77 anos e se emociona com a lembrança e as centenas de passagens que marcaram sua história e amor pelo futebol. Começou no Circulista, passou pelo Cruzeiro, mas seu time marcante foi o Comercial.

Lateral esquerdo firme e habilidoso, ainda juvenil chegou a treinar no Santos, oportunidade na qual pode ver o Rei Pelé treinando no time profissional. Mas sem condições de se bancar em Santos, acabou retornando para Araras, onde fez uma marcante e reconhecida carreira.

Bomba – Apesar do apelido remeter ao seu potente chute, o apelido de Bomba surgiu na infância e nem ele sabe o porquê. Mas pegou e ficou! José Carlos Antonio, hoje com 71 anos, convencido de que foi um grande jogado e que hoje deixaria muito medalhão na poeira.

Ele começou precoce, mas sua habilidade sempre lhe garantia lugar nos times dos mais experientes, onde logo a malícia e a vontade o fariam dele um jogador diferenciado, que se destacava em todos os clubes que passou.

Desde os 8 anos já jogava na Usina Santa Lucia. Aos 13, foi para o ACD, onde treinava com o time adulto. Nessa época, foi procurado duas vezes pela direção do Guarani, mas como menor, seu pai acabou impedindo a transferência. Fez parte do grande time do Sayão nos anos 70, que ficou 50 partidas invicto.

Como lateral esquerdo, atuou também nas equipes da Usina Santa Lucia, Usina São João. Deixou sua marca também no futebol de salão, atuando pelo time da Nestlé, que ganhou todos os títulos possível em Araras e na
Região.

A ideia do grupo é tornar o evento uma tradição, resgatando a história de grandes jogadores da cidade. “É gratificante lembrar e valorizar os feitos daqueles que se dedicaram ao futebol, profissional ou amador, e até hoje nos orgulham por suas jogadas e atitudes dentro e fora do campo ”, diz Luiz Carlos ‘Margarida’ Martins , que forma a comissão organizadora junto com Valmir Nascimento e Anderson Mathiessen.

O ‘Mesa Quadrada – Futebol Debate’ é uma atividade coletiva do grupo, que se reúne todos os sábados há cerca de 40 anos. Qualquer grupo de futebol em atividade pode sugerir nomes para recebe as homenagens. O evento conta com o apoio de empresas.

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