Família faz vaquinha para levar corpo de mulher morta pelo marido para sepultamento na Bahia

A vakinha não é apenas um esforço financeiro, mas também um gesto de amor, solidariedade e reverência a Lorena. Ela representa a sensação da família em proporcionar-lhe um descanso final em um lugar que traz significado e conforto a todos.

A trágica história da vida de Lorena Santana Dias Cruz, uma jovem de apenas 29 anos, veio à tona com um óbito sofrido e chocante na cidade de Araras (SP). Lorena, vítima de violência doméstica que assola tantas famílias, teve sua vida ceifada pelas mãos daquele que deveria ser seu protetor, seu marido Givanilson dos Santos Cruz.

Essa terrível ocorrência lançou uma sombra escura sobre a vida de Lorena e de seus entes queridos, deixando uma ferida profunda e irreparável no coração de todos que a conheciam e amavam. No meio à dor da perda, a família de Lorena enfrenta agora o desafio de honrar sua memória e dar-lhe um descanso digno, um último adeus cercado pelo amor e carinho de seus entes mais próximos.

Nesse cenário de sofrimento, a família de Lorena demonstrou uma incrível resiliência e união ao iniciar uma campanha de arrecadação de fundos, uma vakinha virtual, com o objetivo de viabilizar o transporte do corpo até Salvador, Bahia, para que ela seja enterrada perto de seus familiares queridos, pessoas que tiveram um papel significativo na vida da jovem. A informação é do locutor Fabiano Dona, da Rádio Interativa WEB, que falou com exclusividade com Ingrid Valentim, prima de Lorena. Ouça abaixo:

A vakinha não é apenas um esforço financeiro, mas também um gesto de amor, solidariedade e reverência a Lorena. Ela representa a sensação da família em proporcionar-lhe um descanso final em um lugar que traz significado e conforto a todos. É um ato de respeito e devoção à memória da jovem, uma maneira de manter viva a sua presença nas lembranças e corações daqueles que a amaram. Para ajudar entre AQUI.

Enquanto a tristeza e a indignação perpassam por esse momento difícil, a história de Lorena serve como um triste seguido da luta persistente contra a violência doméstica, que continua a destruir vidas e arrancar sonhos e potencial de tantas mulheres em nossa sociedade. Que a memória de Lorena possa ser um chamado à ação, para que medidas efetivas sejam tomadas para prevenir tragédias como essa no futuro e para que todas as vítimas de violência possam encontrar justiça e apoio.

Nesse momento de dor e solidariedade, nossa esperança é que a vakinha em nome de Lorena Santana Dias Cruz alcance seu objetivo e que sua família possa encontrar algum conforto ao lhe proporcionar uma despedida digna e repleta de amor. Que ela descanse em paz e que sua memória inspire mudanças positivas em nossa sociedade.

Sobre o crime

Um homem matou a companheira a facadas em Araras (SP) e ligou para a Polícia Civil na tarde de domingo (6) para comunicar o crime, antes de tirar a própria vida.

As vítimas foram identificadas como Lorena Santana Dias Cruz, de 29 anos, e Givanilson Dos Santos Cruz, cuja idade não foi informada. O caso registrado como homicídio e suicídio consumado aconteceu no Jardim Celina.

Na tarde de domingo, a Polícia Civil recebe uma ligação do suspeito contando que tinha feito. O delegado Luis Henrique Lima Pereira e um investigador foram até o Residencial Parque Alvorada.

Ao aproximar do apartamento, os policiais sentiram o odor característico de cadáver. Eles arrombaram a porta, na presença do zelador, e encontraram os corpos.

Segundo informações do boletim de ocorrência, havia muito sangue espalhado pelos cômodos. Lorena estava caída na sala com sinais de perfuração de faca. Já o companheiro estava caído na área da cozinha e não apresentava sinais de lesões externas.

Briga e facadas

A polícia apreendeu duas facas, dois aparelhos celulares, além de um caderno com descrições típicas de ato suicida.

De acordo com o B.O., ao que se apurou preliminarmente o suspeito teria desferido golpes de faca na vítima e ingerido medicamentos em seguida para se matar. Os policiais encontraram cartelas e caixas de medicamentos próximos ao corpo dele.

 

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