Justiça prorroga por mais 30 dias prisão de cantor suspeito de matar dentista em Araras, SP

João Vitor Malachias foi preso em Ribeirão Preto, em 8 de outubro, quando tentava ir para Goiás, após fugir de perseguição policial. Vítima tinha medida protetiva e foi morta em setembro.

Foi prorrogada por mais 30 dias a prisão temporária do cantor sertanejo João Vitor Malachias, de 40 anos, suspeito do assassinato da dentista Bruna Angleri, também 40 anos, em Araras (SP). O pedido foi feito pela Polícia Civil de Araras.

Malachias foi preso na noite de 8 de outubro, em Ribeirão Preto (SP), quando, segundo a Polícia Civil, tentava fugir para Goiás. Ele já tinha um mandado de prisão temporária expedido desde 6 de novembro.

O caso é investigado sob segredo de Justiça. Nossa reportagem entrou em contato com o advogado que fazia a defesa do cantor e foi informado que ele não representava mais Malachias. A nova defesa não foi localizada.

Perseguição policial

Antes de ser preso, Malachias fugiu de uma perseguição policial na rodovia Anhanguera (SP-310), no mesmo dia em que a prisão temporária foi decretada.

Ao saber que Malachias trafegava pela rodovia, a Polícia Militar tentou prendê-lo no pedágio de São Simão, mas o cantor não obedeceu a ordem de parada, depois abandonou o carro na rodovia e fugiu por um canavial na altura de Cravinhos.

Após ser perseguido pela Polícia Militar na rodovia Anhanguera (SP-330), abandonar o carro e fugir por um canavial em Cravinhos, o cantor sertanejo publicou uma nota em uma rede social, dizendo que fugiu porque ficou desesperado e que se houver um pedido de prisão contra ele, iria se entregar, o que não aconteceu.

Crime

Bruna foi encontrada com o corpo parcialmente carbonizado sobre sua cama, dentro da sua casa, em um condomínio de alto padrão de Araras.

Segundo o delegado Tabajara Zuliani dos Santos, ela havia sido severamente agredida. “O rosto estava completamente deformado por fraturas. Tinha uma costela fraturada”, afirmou.

Após exames no Instituto Médico Legal, a polícia divulgou que ela havia levado um tiro no rosto. O condomínio não possui câmeras de segurança.

Malachias foi considerado o principal suspeito por ter tido um relacionamento de alguns meses com a dentista e, após a separação, ter invadido a casa dela e a agredido em duas ocasiões. Ela tinha uma medida protetiva contra o ex.

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